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La Niña poderá perder intensidade no verão mas região terá menos chuvas que o normal

21 de dezembro de 2020

O verão, que começou oficialmente às 7 horas e 2 minutos de hoje, 21, vai ter sequência do fenômeno climático La Niña, registrado desde os últimos meses, e que causa redução de chuvas. Durante entrevista hoje pela manhã na RPI, a meteorologista, Desireé Brandt, da Somar Meteorologia, disse que o ápice do La Ninã ocorre neste final de ano. Porém, para os primeiros três meses de 2021 a tendência é de chuvas abaixo da média histórica, especialmente no interior do Rio Grande do Sul, mesmo que o mencionado fenômeno climático perca força.

Para janeiro, a previsão é de 80 milímetros para Ijuí e microrregião, com chuvas nos primeiros dias. Após, o indicativo é de retorno da instabilidade climática em meados de janeiro, mas com pouco acumulado diariamente. Desireé Brandt observa que janeiro não será tão ruim assim, mesmo sem atingir a média histórica de chuva para a região de Ijuí.

Em fevereiro, a expectativa é de 80 a 90 milímetros, porém, com mal distribuição, por exemplo, com bastante chuva no início do mês e, na sequência, janela de menos precipitação climática até março. Já março de 2021 até vai começar com chuva, mas de maneira fraca e maior acumulado nos últimos 10 dias do mês.

A meteorologista da Somar acrescenta que a chuva para o Rio Grande do Sul é originada de corredor de umidade da Amazônia. Portanto, mesmo que a faixa leste do Rio Grande do Sul possa ter precipitação climática mais volumosa, por causa da influência do Oceano Atlântico, isso tradicionalmente não se espalha para outras regiões gaúchas.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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