Um dos primeiros eleitores a chegar no Instituto Estadual de Educação Guilherme Clemente Koehler, no bairro Burtet, foi Waldir José Andrighetto, de 85 anos. Não sendo obrigado a votar, o idoso que estava com o radinho ligado na Progresso, concedeu entrevista à repórter Janaína Melo. Ele informou estar feliz em cumprir seu papel social.
“É um direito e um dever do voto na defesa do estado democrático de direito. Voto é cidadania. É a maneira do povo se manifestar”, disse o seu Waldir.
Para pessoas maiores de 70 anos, também entre 16 e 18 anos, e analfabetos, o voto é facultativo, ou seja, não vão ser obrigados a votar. Porém, se alguma pessoa dos mencionados grupos tiver dificuldade com a urna eletrônica, ela poderá ser acompanhada por alguma pessoa de confiança.
No entanto, o eleitor precisa chegar na seção com o acompanhante, ou seja, não vai ser possível pedir ajuda para quem está na fila ou nas imediações. Inclusive, o acompanhante poderá digitar os números dos candidatos na urna, o que também vale para eleitor com deficiência visual.