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CASO DIDONÉ: Quatro pessoas são condenadas; ex-mulher teve pena maior

3 de março de 2023

Os quatro réus pelo assassinato e ocultação de cadáver de Alexandre Didoné, em 2013, em Cruz Alta, foram condenados. A ex-mulher, Eliane Fátima da Silva Stein, apontada como mandante do crime, ficou com a condenação maior, de 21 anos. Florinaldo da Silva Baptista Junior foi condenado a 16 anos de prisão, , os comparsas Marcos Roberto Fonseca e Marisa de Fátima Baptista Fonseca, há 17 e 10 anos, respectivamente. 

O ‘caso Didoné’ teve grande repercussão em 2015, quando o delegado de polícia Josuel Muniz assumiu as investigações e logo elucidou o crime, o que culminou  na localização do corpo, embaixo da ponte do arroio Santa Clara, em Pejuçara. Florinaldo confessou o crime e apontou a localização do corpo. A polícia descobriu que o crime foi cometido por Florinaldo e Marcos, a mando de Eliane. O objetivo era receber o dinheiro que Alexandre lucraria após um negócio. O cunhado e a esposa de Florinaldo ajudaram no crime e como pagamento receberiam parte do valor. 

Dois anos depois, em 2015, a ossada de Alexandre foi encontrada embaixo de uma ponte, na BR 158, entre Cruz Alta e Pejuçara. Florinaldo confessou a autoria e indicou o local onde o corpo estava enterrado. Seu Ari acompanhou as buscas durante todo o dia. Os assassinos foram presos, mas saíram da cadeira menos de dois anos depois.
Alexandre foi assassinado a pauladas, após ter sido dopado pela mulher. Florinaldo foi quem desferiu os golpes. Dez anos se passaram e os quatro não receberam sequer um centavo do dinheiro de Alexandre. 

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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