Uma das causas apontadas por agricultores, lideres sindicais e área política para oscilação do preço do leite pago ao produtor no Rio Grande do Sul é a importação de leite em pó do Mercosul, especialmente Uruguai e Argentina. Esse produto entra no Estado com preço menor do que o alimento produzido pelos gaúchos, o que prejudica a valorização do leite local.
O tema foi tratado na última sexta-feira à tarde, durante reunião da Amuplam – Associação dos Municípios do Planalto Médio – em Coronel Barros. Na ocasião, os prefeitos destacaram a necessidade de mobilização e apoio em defesa dos produtores locais.
Ainda no encontro da Amuplam, outro assunto debatido foi a situação da Corsan. Os municípios relataram dificuldades recorrentes com a prestação dos serviços, especialmente quanto à demora na realização das leituras de consumo e, posteriormente, a emissão de faturas com valores considerados elevados. Também esteve em pauta, em Coronel Barros, na reunião da Amuplam, a crescente preocupação com a drogadição entre adolescentes nos municípios da região. Prefeitos discutiram a necessidade de uma campanha de conscientização em nível regional, entre escolas, famílias e comunidade, com objetivo de prevenir e combater o uso de drogas. O encontro da associação de municípios ocorreu em Coronel Barros, visto realização da Expocelb.