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Canis regionais da Polícia Penal auxiliaram em mais de 90 operações no primeiro trimestre de 2026

25 de abril de 2026

O emprego de cães de trabalho em operações contribui para a manutenção da ordem e da disciplina nas unidades prisionais do Estado, de acordo com a Polícia Penal. No primeiro trimestre de 2026, a Polícia Penal já contabilizou 94 operações com a participação dos canis regionais, um aumento expressivo em relação a 2025, em que foram contabilizadas 93 operações durante todo o ano.

O emprego dos cães de trabalho, destacou o coordenador do Grupo de Operações com Cães, Anderson Cardoso, tem se consolidado como uma ferramenta estratégica fundamental. “O crescimento no número de operações com o auxílio dos animais reflete o aumento da confiança institucional no trabalho desenvolvido pelos nossos binômios, a qualificação constante dos nossos condutores e, principalmente, a efetividade do trabalho do canil na prevenção de ilícitos e no reforço da segurança nas unidades prisionais. Seguimos avançando com responsabilidade, técnica e comprometimento, fortalecendo cada vez mais o papel da cinotecnia dentro do sistema prisional”, apontou.

Atualmente, a Polícia Penal conta com 26 cães operacionais e 13 policiais penais especializados em cinotecnia, que atuam de forma estratégica nas ações de segurança e fiscalização. O sistema prisional gaúcho dispõe de sete canis distribuídos entre a 2ª, 7ª, 8ª e 9ª Regiões Penitenciárias, além de unidades setoriais instaladas na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) e no Presídio Estadual de Erechim.

Fonte: Ascom Polícia Penal. Foto: Rafa Marin/ Ascom Polícia Penal
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