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Defesa quer anulação do júri que condenou engraxate por assassinato de grávida

21 de setembro de 2022

A defesa de Dari Lemos Soares, 25 anos, condenado nesta quarta-feira, 21, a 16 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato de Andressa dos Santos, em fevereiro de 2020, vai recorrer da decisão, na tentativa de anular o julgamento. A vítima estava grávida. 

De acordo com o advogado Guilherme Kuhn, o objetivo é que Dari seja submetido a novo júri. “A Defesa recorrerá da decisão com o objetivo de anular o julgamento, a fim de que o Dari seja submetido a novo júri”. 

O CRIME

Segundo denúncia apresentada pelo Ministério Público, através do promotor Valério Cogo, Dari assassinou Andressa com uma facada, numa residência na Rua Pinheiro Machado, no dia 18 de fevereiro de 2020. 

Logo após cometer o crime, ele fugiu, sendo capturado em seguida, na área central da cidade. 

À Rádio Progresso, Valério Cogo disse que os jurados acolheram na totalidade os pedidos do Ministério Público. “Homicídio duplamente qualificado e aborto provocado. A pena aplicada está em consonância com o regramento legal e adequada à gravidade dos crimes. Não há interesse do MP em recorrer, pois os pedidos foram acolhidos pelo júri”.

A SENTENÇA

Dari Lemos Soares foi condenado pelos delitos de homicídio duplamente qualificado e aborto, com pena final de 16 anos e quatro meses de reclusão em regime inicial fechado. Réu seguirá preso, sendo negado o direito de recorrer em liberdade.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí
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