Recriado pelo governo Bolsonaro, o Ministério do trabalho e Previdência Social do Brasil atua com foco na geração de empregos, novas oportunidades e melhoria na prestação de serviços na área previdenciária. A informação é do ministro titular da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM). Em entrevista a Rádio Progresso nesta manhã (13) o deputado federal pelo Rio Grande do Sul, que atualmente está licenciado do cargo em razão da função exercida, comentou que ontem (12) foi concluída a votação da medida provisória 1045 que traz de volta o chamado BEM- Benefício de Emergência para Manutenção de Empregos concedido pelo Governo Federal aos trabalhadores que tiveram redução de jornada de trabalho e de salário ou suspensão temporária do contrato de trabalho em função da crise causada pela pandemia.
Além disso, Lorenzoni citou a criação de mais três programas: o PRIORE- Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego, além do PIP- Programa de Incentivo a Produtividade, este voltado a pessoas de 18 a 29 anos e acima de 50 anos. O objetivo é proporcionar que esse público trabalhe apenas um turno na empresa, seja na área rural, urbana ou industrial. O programa emergencial tem a duração de dois anos, paga meio salário mínimo, vale transporte, alimentação e seguro. A cada seis meses a pessoa empregada terá que passar por um curso de qualificação dentro de sua área de atuação através de entidades como Sebrae, Sesc e Senac por exemplo, ou seja, ao final dos dois anos, o jovem ou adulto sairá da empresa com quatro cursos de qualificação e com os devidos certificados.
Segundo o ministro do Trabalho, o programa é voltado a população definida como “nem nem”, ou seja, aqueles que nem estudam e nem trabalham. Lorenzoni afirma que são 7 milhões de jovens no Brasil que se enquadram nessa situação. Além disso o PIP quer reinserir pessoas acima dos 50 anos no mercado de trabalho.