Mensagens de um suposto massacre deixadas nas paredes do banheiro feminino do Instituto Estadual de Educação Odão Felippe Pippi, em Santo Ângelo, tem assustado estudantes e seus familiares, nesta semana.
À reportagem do Grupo Sepé a vice-diretora do educandário, Taís Mello, informou, na tarde desta quinta-feira, 1º, que a equipe diretiva trata o caso com atenção. Após tomar conhecimento, a direção solicitou a presença permanente de policiais militares, além de possuir um policial residente dentro da escola.
Ainda, foram encontradas mensagens de supostos massacres também para os dias 2 e 8 de setembro. Apesar de entender que se trata de uma atitude de má índole que busca criar pânico no educandário, a direção trabalha com cautela e investiga o caso para descobrir o autor das mensagens.
Questionada sobre a orientação aos responsáveis pelos alunos, a vice-diretora reforçou que a direção está trabalhando junto com o comando da Brigada Militar para estabelecer a segurança frente a este suposto ataque, ficando a critério dos pais e responsáveis a frequência dos estudantes às aulas.
Em contato com o comando do 7º RPMon, o Major Enizio informou que a Brigada Militar tem conhecimento do caso e que está sendo realizado um monitoramento, além de ações de policiamento visando prevenir a suposta tentativa de massacre.
Segundo a delegada da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA), Luciana Cunha, é o terceiro caso em aproximadamente dois meses. “Até onde apuramos, se trata de um trote”.
A 14ª Coordenadoria Regional de Educação, informou que acompanha o caso e vem orientando as escolas.