O delegado Valeriano Garcia Neto afirmou que o cardiologista pedia segredo às vítimas após os atendimentos. Daniel Pereira Kollet foi encaminhado ao Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), em Porto Alegre. A defesa do médico nega as acusações, alegando que sua conduta de quase 30 anos sempre foi pautada pela ética.
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