O primeiro, em que ficam produtos de maior concorrência, como o Losec (indicado para gastrite), o Benalet (para irritações para garganta) e o Rivotril (para tratamento da ansiedade), poderão ser aumentados até 2,84%. Já o segundo grupo, em que estão antibióticos, analgésicos e anticoncepcionais e que têm concorrência moderada, terão reajuste de até 2,47%. Já o terceiro grupo, dos produtos de maior custo, como medicamentos para AVC isquêmico e remédios antitrombóticos, terá o menor percentual de variação de preços, de 2,09%.
O segundo impacto na economia doméstica é a conta de energia elétrica, que tende a ter reajuste acima da inflação para os consumidores da RGE Sul, a partir de 19 de abril. Nos próximos dias, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) baterá o martelo, mas a tendência é de ser mantido um percentual médio na casa de 25%, que foi proposto pela própria Aneel no início do ano, prevendo 23,73% de alta para consumidores residenciais, de baixa tensão, e 28,25% para empresas e indústrias, que têm rede de alta tensão. O percentual é elevado porque faz parte da chamada revisão tarifária, que é feita a cada quatro anos para manter o equilíbrio financeiro das concessionárias.