A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul avalia positivamente o plano safra 2021/2022 divulga na última terça-feira pelo governo federal. Durante entrevista nesta manhã na RPI, o presidente da FecoAgro, Paulo Pires, disse que houve aumento de recursos financeiros para quase todos os programas. Ainda frisou que os juros equalizáveis tiveram acréscimo, o que foi uma luta das cooperativas. Porém, Paulo Pires entende que o montante de verbas para o seguro agrícola, de um bilhão de reais, poderia ser maior.
O volume requisitado era de um bilhão e 500 mil reais. Comentou que o setor agrícola não pode voltar ao passado, com necessidade de negociação de dívidas, caso haja problemas climáticos. Além disso, é necessário reforçar o seguro agrícola público, pois o seguro privado é muito caro. O próximo plano safra do governo federal, que começa vigorar dia primeiro de julho, tem total de recursos de 251 bilhões e 200 milhões de reais. As taxas de juros ficaram entre 3% e 4,5% ao ano para o Pronaf, 5,5 % a 6,5% no Pronamp, e entre 7,5% a 8,5% para os demais produtores e investimentos.